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Segunda parada: Amazonas

Postar do Amazonas não foi possível (Paulo falando); a conexão dos hotéis era ruim, pior ainda no interior do estado. O lado bom disso é que a viagem me permitiu desacelerar, sair do ritmo caótico paulistano e deixar o clima amazônico (quente, por sinal) me envolver.

Em Manaus, conversamos com Manoel da Cunha, seringueiro. Em seguida, partimos para Coari, no interior, e de lá seguimos pelo Solimões a caminho de duas comunidades no lago Mamiá. Viajar de barco pela imensidão amazônica é uma experiência que recomendo a todos.

De Coari, voltamos a Manaus em uma viagem que durou cerca de 20 horas (um trecho feito em uma hora de avião) em um barco “hotel” (aqueles em que as pessoas penduram suas redes). Foi ali que o tempo parou, fez refletir; dali surgiu a série de estudos abaixo, uma série sobre o tédio.

Tédio, nesse caso, não tem sentido pejorativo, mas o oposto disso.

*** Vejam mais no meu flickr, e aguardem a próxima parada. ***

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