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	<title>Comments on: Ronaldo Mazotto, a memória e o Carandiru</title>
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	<description>jornalismo multimídia independente</description>
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		<title>By: Kamyla Joanna</title>
		<link>http://www.garapa.org/2009/06/ronaldo-mazotto-a-memoria-e-o-carandiru/comment-page-1/#comment-830</link>
		<dc:creator>Kamyla Joanna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 14:04:07 +0000</pubDate>
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		<description>o sistema carcer&#225;rio &#233; falido desde seus principios, n&#227;o h&#225; pespectiva de mudan&#231;a aos que dele s&#227;o prisioneiros, isso &#233; que fode tudo. 2 mil homens vivendo sob condi&#231;&#227;o sub-humana, e ainda espera-se que quando h&#225; a possibilidade de retorno a sociedade o cara volte &quot;renovado&quot;. Sem condi&#231;&#245;es! 
 
Parab&#233;ns galera pela mat&#233;ria, Ronaldo deve ser um cara massa mesmo! </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o sistema carcer&aacute;rio &eacute; falido desde seus principios, n&atilde;o h&aacute; pespectiva de mudan&ccedil;a aos que dele s&atilde;o prisioneiros, isso &eacute; que fode tudo. 2 mil homens vivendo sob condi&ccedil;&atilde;o sub-humana, e ainda espera-se que quando h&aacute; a possibilidade de retorno a sociedade o cara volte &quot;renovado&quot;. Sem condi&ccedil;&otilde;es! </p>
<p>Parab&eacute;ns galera pela mat&eacute;ria, Ronaldo deve ser um cara massa mesmo!</p>
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		<title>By: paulinha</title>
		<link>http://www.garapa.org/2009/06/ronaldo-mazotto-a-memoria-e-o-carandiru/comment-page-1/#comment-583</link>
		<dc:creator>paulinha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 19:30:37 +0000</pubDate>
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		<description>GARAPA O MATERIAL DE VCS MAIS UAM VEZ FICOU DO C.... 
valeu </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>GARAPA O MATERIAL DE VCS MAIS UAM VEZ FICOU DO C&#8230;.<br />
valeu</p>
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		<title>By: Flavita Valsani</title>
		<link>http://www.garapa.org/2009/06/ronaldo-mazotto-a-memoria-e-o-carandiru/comment-page-1/#comment-554</link>
		<dc:creator>Flavita Valsani</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 18:43:10 +0000</pubDate>
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		<description>Uma das coisas que sempre me incomodou no jornalismo foi sempre impessoalidade travestida de objetividade. A verdade &#233; que sempre houve e sempre haver&#225; parcialidade, embora se diga que o jornalismo &#233; isento. O que me faz sempre voltar aqui &#233; poder conhecer - de verdade - as hist&#243;rias dessas pessoas. Durante anos se falou do Carandiru, do massacre, das mortes mas eu sinto que sei mais do assunto hoje do que lendo todos os &quot;fatos&quot; que foram apresentados. Falta na m&#237;dia tradicional, na maior parte das vezes, contar o particular da situa&#231;&#227;o justamente para fazer com que nas&#231;a a compreens&#227;o e da&#237; surja um tipo de identifica&#231;&#227;o que jamais seria poss&#237;vel. Vivemos em um mundo do n&#243;s versus eles. A gente nunca consegue entender na ess&#234;ncia a hist&#243;ria do outro porque &#233; imposs&#237;vel se colocar no lugar. Somos &#233; sufocados por detalhes m&#243;rbidos que nos tornam insens&#237;veis e o que &#233; importante passa desapercebido.  
 
E o &quot;perder a mem&#243;ria&quot; combina demais com essa postura. A gente n&#227;o aprende com o passado, n&#227;o cresce, n&#227;o entende, n&#227;o reflete. A gente passa uma borracha como se n&#227;o tivesse acontecido. Eu n&#227;o consigo imaginar o que foi entrar no Carandiru aquele dia a n&#227;o ser que em ambos os lados s&#243; existia horror e desespero. N&#227;o d&#225; pra julgar e por isso mesmo n&#227;o podemos esquecer. E para a nossa sorte h&#225; um Ronaldo para garantir que a mem&#243;ria seja preservada e um Garapa pra compartilhar. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que sempre me incomodou no jornalismo foi sempre impessoalidade travestida de objetividade. A verdade &eacute; que sempre houve e sempre haver&aacute; parcialidade, embora se diga que o jornalismo &eacute; isento. O que me faz sempre voltar aqui &eacute; poder conhecer &#8211; de verdade &#8211; as hist&oacute;rias dessas pessoas. Durante anos se falou do Carandiru, do massacre, das mortes mas eu sinto que sei mais do assunto hoje do que lendo todos os &quot;fatos&quot; que foram apresentados. Falta na m&iacute;dia tradicional, na maior parte das vezes, contar o particular da situa&ccedil;&atilde;o justamente para fazer com que nas&ccedil;a a compreens&atilde;o e da&iacute; surja um tipo de identifica&ccedil;&atilde;o que jamais seria poss&iacute;vel. Vivemos em um mundo do n&oacute;s versus eles. A gente nunca consegue entender na ess&ecirc;ncia a hist&oacute;ria do outro porque &eacute; imposs&iacute;vel se colocar no lugar. Somos &eacute; sufocados por detalhes m&oacute;rbidos que nos tornam insens&iacute;veis e o que &eacute; importante passa desapercebido.  </p>
<p>E o &quot;perder a mem&oacute;ria&quot; combina demais com essa postura. A gente n&atilde;o aprende com o passado, n&atilde;o cresce, n&atilde;o entende, n&atilde;o reflete. A gente passa uma borracha como se n&atilde;o tivesse acontecido. Eu n&atilde;o consigo imaginar o que foi entrar no Carandiru aquele dia a n&atilde;o ser que em ambos os lados s&oacute; existia horror e desespero. N&atilde;o d&aacute; pra julgar e por isso mesmo n&atilde;o podemos esquecer. E para a nossa sorte h&aacute; um Ronaldo para garantir que a mem&oacute;ria seja preservada e um Garapa pra compartilhar.</p>
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		<title>By: Flavita Valsani</title>
		<link>http://www.garapa.org/2009/06/ronaldo-mazotto-a-memoria-e-o-carandiru/comment-page-1/#comment-555</link>
		<dc:creator>Flavita Valsani</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 18:43:10 +0000</pubDate>
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		<description>Uma das coisas que sempre me incomodou no jornalismo foi sempre impessoalidade travestida de objetividade. A verdade &#233; que sempre houve e sempre haver&#225; parcialidade, embora se diga que o jornalismo &#233; isento. O que me faz sempre voltar aqui &#233; poder conhecer - de verdade - as hist&#243;rias dessas pessoas. Durante anos se falou do Carandiru, do massacre, das mortes mas eu sinto que sei mais do assunto hoje do que lendo todos os &quot;fatos&quot; que foram apresentados. Falta na m&#237;dia tradicional, na maior parte das vezes, contar o particular da situa&#231;&#227;o justamente para fazer com que nas&#231;a a compreens&#227;o e da&#237; surja um tipo de identifica&#231;&#227;o que jamais seria poss&#237;vel. Vivemos em um mundo do n&#243;s versus eles. A gente nunca consegue entender na ess&#234;ncia a hist&#243;ria do outro porque &#233; imposs&#237;vel se colocar no lugar. Somos &#233; sufocados por detalhes m&#243;rbidos que nos tornam insens&#237;veis e o que &#233; importante passa desapercebido.  
 
E o &quot;perder a mem&#243;ria&quot; combina demais com essa postura. A gente n&#227;o aprende com o passado, n&#227;o cresce, n&#227;o entende, n&#227;o reflete. A gente passa uma borracha como se n&#227;o tivesse acontecido. Eu n&#227;o consigo imaginar o que foi entrar no Carandiru aquele dia a n&#227;o ser que em ambos os lados s&#243; existia horror e desespero. N&#227;o d&#225; pra julgar e por isso mesmo n&#227;o podemos esquecer. E para a nossa sorte h&#225; um Ronaldo para garantir que a mem&#243;ria seja preservada e um Garapa pra compartilhar. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que sempre me incomodou no jornalismo foi sempre impessoalidade travestida de objetividade. A verdade &eacute; que sempre houve e sempre haver&aacute; parcialidade, embora se diga que o jornalismo &eacute; isento. O que me faz sempre voltar aqui &eacute; poder conhecer &#8211; de verdade &#8211; as hist&oacute;rias dessas pessoas. Durante anos se falou do Carandiru, do massacre, das mortes mas eu sinto que sei mais do assunto hoje do que lendo todos os &quot;fatos&quot; que foram apresentados. Falta na m&iacute;dia tradicional, na maior parte das vezes, contar o particular da situa&ccedil;&atilde;o justamente para fazer com que nas&ccedil;a a compreens&atilde;o e da&iacute; surja um tipo de identifica&ccedil;&atilde;o que jamais seria poss&iacute;vel. Vivemos em um mundo do n&oacute;s versus eles. A gente nunca consegue entender na ess&ecirc;ncia a hist&oacute;ria do outro porque &eacute; imposs&iacute;vel se colocar no lugar. Somos &eacute; sufocados por detalhes m&oacute;rbidos que nos tornam insens&iacute;veis e o que &eacute; importante passa desapercebido.  </p>
<p>E o &quot;perder a mem&oacute;ria&quot; combina demais com essa postura. A gente n&atilde;o aprende com o passado, n&atilde;o cresce, n&atilde;o entende, n&atilde;o reflete. A gente passa uma borracha como se n&atilde;o tivesse acontecido. Eu n&atilde;o consigo imaginar o que foi entrar no Carandiru aquele dia a n&atilde;o ser que em ambos os lados s&oacute; existia horror e desespero. N&atilde;o d&aacute; pra julgar e por isso mesmo n&atilde;o podemos esquecer. E para a nossa sorte h&aacute; um Ronaldo para garantir que a mem&oacute;ria seja preservada e um Garapa pra compartilhar.</p>
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		<title>By: Edu Lima</title>
		<link>http://www.garapa.org/2009/06/ronaldo-mazotto-a-memoria-e-o-carandiru/comment-page-1/#comment-549</link>
		<dc:creator>Edu Lima</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 04:33:32 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda existem duas celas do conjunto de pavilh&#245;es do Carandiru. Elas est&#227;o no segundo (considerando o primeiro como sendo o mais perto da av. cruzeiro do sul) predio contruido com as estruturas do presidio. V&#225; num s&#225;bado a administra&#231;&#227;o do parque e pe&#231;a autoriza&#231;&#227;o para ver. 
 
Estas duas celas far&#227;o parte do museu do Carandiru. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda existem duas celas do conjunto de pavilh&otilde;es do Carandiru. Elas est&atilde;o no segundo (considerando o primeiro como sendo o mais perto da av. cruzeiro do sul) predio contruido com as estruturas do presidio. V&aacute; num s&aacute;bado a administra&ccedil;&atilde;o do parque e pe&ccedil;a autoriza&ccedil;&atilde;o para ver. </p>
<p>Estas duas celas far&atilde;o parte do museu do Carandiru.</p>
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	<item>
		<title>By: Augusto Famulari</title>
		<link>http://www.garapa.org/2009/06/ronaldo-mazotto-a-memoria-e-o-carandiru/comment-page-1/#comment-546</link>
		<dc:creator>Augusto Famulari</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 14:00:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.garapa.org/?p=699#comment-546</guid>
		<description>Felicitaciones, muy buen trabajo. 
Augusto  </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Felicitaciones, muy buen trabajo.<br />
Augusto</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Elizabeth</title>
		<link>http://www.garapa.org/2009/06/ronaldo-mazotto-a-memoria-e-o-carandiru/comment-page-1/#comment-514</link>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:02:26 +0000</pubDate>
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		<description>Nossa! 
Esta mat&#233;ria me deixou de queixo ca&#237;do!!!! 
Devemos  sempre lembrar o que passou , mesmo que seja uma coisa ruim. 
Assim teremos a oportunidade de n&#227;o cometer  os mesmos erros. 
Se bem que para algumas pessoas,matar 111 seres humanos (bandidos) n&#227;o tem nada demais . 
Abs. 
Bebeth </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa!<br />
Esta mat&eacute;ria me deixou de queixo ca&iacute;do!!!!<br />
Devemos  sempre lembrar o que passou , mesmo que seja uma coisa ruim.<br />
Assim teremos a oportunidade de n&atilde;o cometer  os mesmos erros.<br />
Se bem que para algumas pessoas,matar 111 seres humanos (bandidos) n&atilde;o tem nada demais .<br />
Abs.<br />
Bebeth</p>
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